Pesquisar emMudar
Até 15% OFF no frete de lojas de música 08/09 - 29/09 Saiba +
8% OFF na Melonbooks 10/09 00:00 - 25/09 23:59 JST
Histórico de pesquisa Limpar histórico

Hirokazu Koreeda: o Realismo Japonês no Cinema

Hirokazu Koreeda e seus filmes realmente se destacam entre as produções japonesas – são obras calmas, contemplativas e cheias de sutilezas. O diretor foca nos pequenos detalhes do cotidiano, retrata a vida japonesa sem filtros, encontra beleza nas coisas simples e mostra a vida como ela realmente é. Esse estilo tão característico de Koreeda não surgiu por acaso – ele começou sua carreira dirigindo documentários para a televisão. A vida em família, as crianças e os dramas humanos reais, temas constantes em seus primeiros trabalhos, moldaram a assinatura do diretor. O que faz com que o minimalismo de seu cinema seja tão cativante e quais obras de Hirokazu Koreeda merecem entrar no seu radar – você confere neste artigo.

 

Quem é Hirokazu Koreeda

“Aprendi a valorizar a vida cotidiana. E ainda quero retratá-la no cinema.”

Hirokazu Koreeda

 

diretor Hirokazu Koreeda na juventude

Hirokazu Koreeda nasceu em Tóquio em 1962 e desde pequeno era apaixonado por cinema. Esse amor pelos filmes veio da mãe – quando passava algo na TV, a família Koreeda parava tudo para assistir. Após se formar na universidade, ele conseguiu um emprego na televisão como assistente de direção em documentários, sonhando um dia entrar no mundo do cinema. No começo, Koreeda mergulhou nos documentários, conversando com pessoas e registrando suas rotinas. Em seu primeiro documentário, lançado em 1991, chamado “Lições com um Bezerro”, ele retratou alunos do ensino fundamental cuidando de um bezerro. Desde então, já dava para perceber o quanto Koreeda se envolvia emocionalmente no processo: ele passava tempo com as crianças, visitava a escola diversas vezes, brincava com elas e se conectava profundamente com o tema. Desde o início, o diretor buscava entender de verdade as pessoas que filmava – e foi aí que nasceu o profundo senso de humanidade e psicologia que marca suas obras e encanta o público.

Com o tempo, outro aspecto da documentarista também passou a chamar sua atenção – os altos e baixos da condição humana. Afinal, a vida real é capaz de criar histórias que nem o roteirista mais brilhante imaginaria. No filme “Porém…”, Koreeda aborda o suicídio de um funcionário público japonês, mas é em “Agosto sem Ele”, de 1994, que ele mergulha em uma narrativa ainda mais profunda e dolorosa. O documentário retrata os dois últimos anos de vida de seu amigo Hirata Yutaka, diagnosticado com uma doença incurável. A partir de então, temas como luto, morte e a reflexão sobre o sentido da existência passaram a ser uma constante em suas obras – como é o caso do filme “Depois da Vida”, lançado em 1995.

 

Esse filme marcou um momento importante na carreira de Hirokazu Koreeda por vários motivos. Primeiro, foi o seu primeiro longa-metragem de ficção. E segundo – o sucesso da obra lhe garantiu uma entrada triunfal no cinema japonês e internacional. “Depois da Vida” foi aclamado não só no Japão – no Festival de Veneza, o longa recebeu o prêmio “Golden Osella” de Melhor Direção. Ainda assim, o próprio Koreeda não ficou totalmente satisfeito com sua estreia. Segundo ele, muita gente o ajudou por ser um iniciante, o que tirou parte do mérito pessoal. Além disso, trabalhar com um roteiro que não era seu – o filme é baseado no romance homônimo de Teru Miyamoto – limitou sua liberdade criativa. A partir daí, Koreeda passou mais de 20 anos dirigindo apenas filmes com roteiros próprios – com exceção recente do aclamado “Monster”, lançado em 2023.

 

Compre filmes de Hirokazu Koreeda diretamente do Japão

 

Filmes de Hirokazu Koreeda que você precisa conhecer

A Luz da Ilusão / Maboroshi no Hikari / Maborosi

Ano de lançamento: 1995

O filme “A Luz da Ilusão” é um drama calmo e contemplativo que mergulha em questões profundas sobre a vida e a morte. No centro da história está Yumiko, uma jovem que vive em Osaka com seu marido Ikuo e o bebê recém-nascido do casal. Eles levam uma vida simples, mas feliz – compartilhando momentos leves e cheios de afeto. Um dia, Ikuo sai de casa como de costume para ir ao trabalho, mas não retorna. Preocupada, Yumiko é informada por um policial que Ikuo cometeu suicídio, jogando-se nos trilhos na direção do farol de um trem.

Yumiko não consegue acreditar – afinal, não havia nenhum motivo aparente para isso. A tragédia a afunda em uma profunda depressão. Para ajudá-la a seguir em frente, sua mãe a apresenta a Tamio – um viúvo que vive em uma vila costeira e cuida sozinho da filha pequena. Yumiko aceita e se muda para o vilarejo à beira-mar, mas o luto continua presente. Obcecada, ela tenta entender por que Ikuo tomou tal decisão.

Curiosidade: Yumiko foi interpretada pela modelo japonesa Makiko Esumi – que, assim como Koreeda, fazia sua estreia no cinema. A atuação foi tão marcante que ela venceu o prêmio de cinema do jornal “Mainichi” logo de cara. Já Ikuo foi vivido pelo ator japonês Tadanobu Asano, que mais de duas décadas depois ganharia fama mundial ao interpretar o carismático Kashigi Yabushige na série “Shōgun”.

Veja também: A série “Shōgun”: um presente para quem ama a história do Japão

 

Depois da Vida / Wandafuru raifu / After Life

Ano de lançamento: 1998

Um dos filmes mais artísticos e filosóficos de Hirokazu Koreeda, onde o diretor segue refletindo sobre a vida e a morte. A história se passa em um local onde chegam pessoas que acabaram de morrer – uma espécie de repartição pública, situada em um prédio que lembra uma antiga escola japonesa. Ali, uma equipe de jovens funcionários tem a missão de entrevistar os recém-falecidos para descobrir qual é a lembrança mais preciosa de suas vidas, que será recriada em forma de filme. Entre os mortos estão pessoas de todas as idades: idosos lembram da florada das cerejeiras e de presentes recebidos dos filhos, uma menina fala de um brinquedo na Disneylândia, um piloto se recorda das nuvens no céu infinito – e um jovem homem, por sua vez, se recusa terminantemente a escolher qualquer lembrança.

Depois que todos os momentos são filmados, os falecidos assistem às cenas em uma pequena sala de cinema – e, ao verem sua lembrança, desaparecem. A partir daí, passam a viver por toda a eternidade dentro dessa memória escolhida – por isso, a decisão deve ser feita com muito cuidado. O longa é, em grande parte, composto por conversas gravadas no estilo entrevista, em que os personagens reavaliam suas vidas, reconhecem erros e buscam aquela lembrança única com a qual desejam partir para sempre.

 

Distância / Disutansu / Distance

Ano de lançamento: 1998

A inspiração para esse filme veio de um episódio sombrio da história do Japão: o atentado no metrô de Tóquio em 1995, causado pela seita Aum Shinrikyo. Koreeda não quis retratar a tragédia em si, mas sim mostrar como cultos como esse destroem vidas e famílias. A trama de “Distância” gira em torno de uma seita fictícia que envenena a água em Tóquio. Após o atentado, os envolvidos cometem suicídio. Os protagonistas do filme são os familiares dos autores do ataque e um dos participantes que, no último momento, desistiu e fugiu. Juntos, eles refletem sobre o que aconteceu e prestam homenagem às vítimas, em meio a uma paisagem melancólica de florestas e lagos japoneses. Koreeda mostra que é dever de toda a sociedade impedir que essas tragédias aconteçam – e que até mesmo quem não participou diretamente, mas teve a chance de evitar, também carrega responsabilidade.

 

A Flor / Hana Yori mo Naho / Hana

Ano de lançamento: 2006

Neste filme, Koreeda se afasta do realismo contemporâneo que o consagrou e mergulha em um realismo histórico. Se você já teve curiosidade de saber como viviam os japoneses em Edo (a atual Tóquio) durante o período Genroku (1688–1704), “A Flor” é o filme perfeito. Com sua já conhecida atenção aos detalhes, o diretor reconstrói com precisão o cotidiano e as tradições do Japão antigo. O protagonista é Soza, um jovem samurai que vaga pelas favelas da capital em busca do assassino de seu pai. No final, ele se vê diante de uma escolha difícil: cumprir seu dever ou preservar sua humanidade.

 

Andando / Aruitemo Aruitemo / Still Walking

Ano de lançamento: 2008

Um drama familiar que convida o espectador a passar um dia com uma típica família japonesa, que se reúne uma vez por ano para homenagear o filho mais velho, falecido há 12 anos. Ele morreu afogado após salvar um menino – um ato heróico que deixou a família mergulhada em uma tristeza que não se desfaz com o tempo. Para Koreeda, os pequenos detalhes da rotina familiar são o caminho para retratar, com realismo, as emoções dos personagens. À primeira vista, vemos uma reunião alegre de parentes – mas por trás disso há mágoas profundas. O pai ainda guarda rancor do filho mais novo por ele não ter seguido seus passos e por ter se casado com uma viúva. E todo ano, eles convidam o menino que foi salvo – agora já crescido – como se estivessem em busca de alguém para culpar pela perda do filho. O filme tem um tom autobiográfico: Koreeda se inspirou em suas próprias memórias de infância e na dor da perda de sua mãe.

 

Boneca Inflável / Kuuki Ningyou / Air Doll

Ano de lançamento: 2009

“Boneca Inflável” é uma obra de ficção social dirigida por Hirokazu Koreeda, que escancara problemas desconfortáveis da sociedade moderna. É um filme sobre solidão, isolamento, dificuldades nos relacionamentos e a objetificação das mulheres – tudo isso contado através da história de Nozomi, uma boneca inflável que ganha vida. Durante o dia, ela passeia por Tóquio tentando aprender como é ser humana, e à noite volta para casa de Hideo, o homem que a comprou após terminar com sua namorada. Explorando a cidade, Nozomi descobre sentimentos e até o amor, quando conhece Junichi, um rapaz que trabalha numa locadora e se interessa por ela. O filme retrata com calma e sensibilidade o cotidiano da capital japonesa e as dores de seus habitantes – muitos dos quais se sentem, como Nozomi, vazios por dentro. Fiel ao estilo de Koreeda, essa história romântica e inusitada logo dá lugar a um tom mais trágico, levantando novamente os temas da vida e da morte.

 

Milagre / Kiseki / I Wish

Ano de lançamento: 2011

Os filmes de Hirokazu Koreeda sobre a infância são uma parte essencial da sua obra. Ele costuma passar muito tempo com jovens atores e dá a eles liberdade para que as cenas pareçam mais naturais. No caso de “Milagre”, Koreeda só começou a escrever o roteiro depois de conversar com os dois garotos que interpretariam os protagonistas – buscando criar personagens mais autênticos. Os papéis principais ficaram com dois irmãos de verdade, que na trama vivem em cidades diferentes – Kagoshima e Fukuoka – após o divórcio dos pais, mas sonham em um dia se reencontrar. O longa é cheio de momentos cotidianos tão queridos pelo diretor: os meninos vão à escola, brincam, ajudam o avô e conversam por telefone. Eles fazem um pedido especial: voltar a viver juntos.

 

Tal Pai, Tal Filho / Soshite chichi ni naru / Like Father, Like Son

Ano de lançamento: 2013

Mais um filme de Koreeda em que as crianças ocupam o centro da narrativa. A trama acompanha duas famílias – uma rica e outra humilde – que criam seus filhos, Keita e Ryusei, nascidos na mesma maternidade. Tudo parece seguir normalmente, até que descobrem que os bebês foram trocados ao nascer. Agora, os pais precisam tomar uma decisão difícil: continuar como está ou trocar as crianças – um dilema doloroso tanto para os adultos quanto para os meninos, que cresceram em lares diferentes e criaram laços profundos com suas famílias adotivas.

 

Assunto de Família / Manbiki Kazoku / Shoplifters

Ano de lançamento: 2018

Esse filme foi o grande triunfo de Hirokazu Koreeda – ele foi indicado ao Oscar, venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e recebeu diversos outros prêmios. Ambientado na Tóquio contemporânea, o longa retrata uma família pobre que sobrevive cometendo pequenos furtos em lojas. O patriarca Osamu Shibata ensina seu filho a roubar, alegando que, se algo não foi vendido, não tem dono. Em meio a essa rotina, a família acolhe uma menina vizinha vítima de maus-tratos, e todos continuam juntos suas aventuras à margem da legalidade.

Koreeda usa essa história para refletir sobre o que realmente define uma família. E como em muitos de seus filmes, a vida cotidiana e os pequenos gestos são os grandes protagonistas – inclusive as cenas à mesa, que ocupam papel importante em suas obras. Refeições compartilhadas simbolizam conexão, cuidado e pertencimento. Se você quer experimentar o sabor da comida caseira japonesa sem sair de casa, experimente o okazupratos e acompanhamentos prontos japoneses embalados a vácuo, disponíveis na ZenMarket!

 

Monstro / Kaibutsu / Monster

Ano de lançamento: 2023

O filme mais recente de Hirokazu Koreeda e o primeiro, desde “Depois da Vida”, baseado em um roteiro que não foi escrito por ele. O diretor ficou tão envolvido com a história que não conseguiu resistir à ideia de transformá-la em filme: “Simplesmente não conseguia parar de ler, virava uma página atrás da outra. Quando terminei o roteiro, estava emocionado e aceitei imediatamente dirigir o projeto”. A narrativa é dividida em duas partes e mostra os acontecimentos sob a perspectiva do garoto Minato e de seu professor Michitoshi Hori. A mãe do menino suspeita que o professor está maltratando seu filho – mas a verdade é muito mais complexa do que parece à primeira vista…

 

O estilo único de Hirokazu Koreeda

Os filmes de Hirokazu Koreeda se destacam pelo equilíbrio entre simplicidade e profundidade. Com um olhar treinado pelo documentarismo, ele capta os detalhes mais sutis da vida cotidiana de seus personagens. Por isso, suas marcas registradas são planos longos, cenas estáticas, enquadramentos amplos e uma edição suave e lenta. Seus atores são dirigidos para atuar com naturalidade, como se fossem pessoas reais. As obras de Koreeda não apenas retratam com precisão o cotidiano japonês contemporâneo, como também exploram temas profundos como vida, morte, conflitos familiares e responsabilidade social. Ainda assim, há sempre um fio condutor mais sensível: seu humanismo, carinho pelas relações familiares e atenção com a infância.

O estilo de Koreeda é inconfundível – e aqui estão alguns motivos:

  • Atuações naturais. Koreeda não apenas exige que seus atores atuem com o máximo de realismo, mas também dá liberdade para improvisações, o que torna tudo ainda mais autêntico. No filme “Distância”, por exemplo, os atores receberam apenas as falas de seus próprios personagens, sem conhecer o enredo completo ou o papel dos colegas. Assim, as interações aconteciam de forma espontânea durante as filmagens, reforçando a sensação de realismo;
  • Preparação cuidadosa. Para escrever o roteiro de “Depois da Vida”, Koreeda entrevistou mais de 500 pessoas sobre suas memórias mais marcantes. Curiosamente, a maioria mencionava lembranças negativas – mas o diretor quis focar nas positivas, buscando destacar a beleza e a leveza que podem existir mesmo em vidas comuns;
  • Cenários autênticos. Com atenção meticulosa, Koreeda recria nos mínimos detalhes a decoração das casas japonesas e os tradicionais jantares em família. Nenhum outro diretor captou de forma tão realista o cotidiano doméstico do Japão no cinema;
  • Ritmo contemplativo. Os filmes de Koreeda são intencionalmente lentos – e é preciso assisti-los com essa mesma disposição. Em muitas de suas obras, há poucos diálogos, e as imagens falam mais do que palavras. Ruas movimentadas, paisagens naturais, montanhas, o mar ou vilarejos rurais não apenas encantam visualmente, mas também funcionam como metáforas poderosas que ampliam o significado da narrativa – como em “Depois da Vida” ou “Monstro”;
  • Valorização da cultura japonesa. Nos filmes de Hirokazu Koreeda, é possível descobrir detalhes únicos sobre a cultura do Japão e como os próprios japoneses se relacionam com ela. Em “Milagre”, por exemplo, o menino Koichi ajuda o avô a preparar um doce tradicional chamado karukan – um bolo branco e poroso feito com inhame e açúcar. Quando alguns visitantes sugerem fazer uma versão rosa com sabor de flor de cerejeira para vender mais, o avô recusa, mantendo-se fiel à tradição. Você, claro, não precisa ser tão rígido – experimente diferentes variações do karukan com a ajuda da ZenMarket;

  • Atuações incríveis de crianças. Koreeda tem um jeito todo especial de trabalhar com crianças no set para extrair atuações naturais e espontâneas: “No filme ‘Ninguém Pode Saber’, parei de dar roteiros às crianças. Em vez disso, eu explicava a cena e sussurrava o que elas deviam fazer. Já em ‘Milagre’, deixei que fizessem o que quisessem, andando livremente pelo cenário. Hoje em dia, tento escutá-las e adaptar o roteiro ao jeito de falar delas, usando a linguagem infantil em vez da minha”. Segundo o diretor, trabalhar com crianças exige paciência – mas é sempre divertido;
  • Retrato sutil de questões sociais. Koreeda não critica diretamente os problemas da sociedade japonesa – ele prefere mostrá-los de forma sutil, deixando que o público tire suas próprias conclusões. Em “Boneca Inflável”, por exemplo, vemos Hideo trabalhando duro como garçom, mas quando seu chefe o humilha, ele apenas sorri e pede desculpas – uma cena que diz muito sem precisar explicar nada;

  • Temas filosóficos. Através de um cinema realista, Hirokazu Koreeda lança um olhar filosófico sobre a existência humana, explorando questões como a morte, os laços familiares e a relação entre crianças e adultos;
  • Todo personagem importa. Mesmo os coadjuvantes sem nome têm papel importante em seus filmes. Koreeda os insere no pano de fundo da narrativa com sensibilidade, adicionando profundidade à história. Um exemplo marcante é a jovem reclusa de “Boneca Inflável”, que vive sozinha em um apartamento bagunçado, consumindo fast food e álcool. Inicialmente irrelevante, sua presença ganha força ao vermos o desfecho da trama pelos olhos dela.

 

Os filmes de Hirokazu Koreeda são uma oportunidade única de enxergar a vida japonesa como ela realmente é. Com uma beleza tranquila, eles conquistam pela sensibilidade, realismo e profundidade emocional. Se você está cansado da intensidade exagerada do cinema ocidental, a naturalidade das obras de Koreeda com certeza vai te tocar. Assista no seu tempo livre – e vamos celebrar juntos o melhor do cinema japonês!

Artigos| 17/04/2025 |

Quer saber como comprar os seus produtos direto do Japão?

Com a ZenMarket, você compra em milhares de sites japoneses e recebe tranquilamente na sua casa!

Confira o nosso tutorial para acessar os seus produtos favoritose descobrir o melhor do Japão!

Registre-se e ganhe 500 ZenPontos!